Armada Angolana

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SSK

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Armada Angolana
« em: Julho 11, 2007, 01:41:35 am »
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Marinha de Guerra aposta na modernização


Falcão Lucas

A Marinha de Guerra de Angola (MGA) completa hoje 31 anos de existência. Fundada a 10 de Julho de 1976, pelo primeiro Presidente do país, António Agostinho Neto, a MGA surgiu inicialmente com a denominação de Marinha de Guerra Popular de Angola.
Na altura, um grupo de especialistas navais havia terminado o primeiro curso nessa especialidade, ministrado por instrutores cubanos.
No entanto, a sua génese pode ser referenciada a 11 de Novembro de 1975 (data da proclamação da Independência Nacional) quando um grupo de combatentes das ex-Forças Armadas Populares de Libertação de Angola se apoderou das instalações da marinha colonial, actual Base Naval de Luanda, na sequência do seu abandono pelas autoridades da marinha portuguesa.
Durante alguns meses, os efectivos da MGA viram--se forçados a utilizar o património da Marinha colonial portuguesa, assegurando quase a totalidade de missões planificadas no período pós-independência.
Em finais de 1976, foram adquiridos os primeiros navios e lanchas de fabrico russo, coincidindo também com a chegada dos primeiros especialistas básicos formados na antiga
União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).
Com os novos meios e efectivos formados, a instituição ganha uma nova
dinâmica, cumprindo assim numerosas missões de apoio às forças terrestres na transportação de tropas e equipamento militar, no interesse da defesa dos objectivos económicos e da soberania do país, então cobiçado por várias potências internacionais.
Com a alteração do sistema político em 1992, a MGA procedeu a uma reforma na sua estrutura orgânica, destacando-se o surgimento do Estado Maior, como órgão de concepção de programas, Comando Naval, como órgão operacional, dois comandos funcionais (zonas marítimas), onde as bases navais estavam incluídas, com tarefas de asseguramento.
A criação da força de fuzileiros navais em 1992 veio tornar mais forte o sistema da Marinha, tornando--a mais omnipresente no mar, rios, terra e em toda a extensão da costa marítima, ao mesmo tempo que viabilizou da melhor forma a cooperação com o exército. Essa evolução da MGA teve reflexo nas sucessivas estruturas orgânicas e sistemas de direcção que se foram criando ao longo dos anos.
Actualmente, a MGA tem projectado o seu reequipamento através da aquisição de meios navais modernos, no quadro do apetrechamento e modernização que se pretende para os três ramos as Forças Armadas Angolanas, designadamente Exército, Marinha de Guerra e Força Aérea.
A missão específica da Marinha de Guerra é proteger as águas angolanas com cerca de 160.000 milhas quadradas, equivalente a 548.784, 64 quilómetros quadrados de superfície marítima, representada pela sua zona económica exclusiva e 800 milhas de linha de costa.
Ao longo da sua existência, os efectivos da marinha, no quadro do adestramento das tropas, têm participado em exercícios militares combinados com forças navais de países amigos. Em tempo de paz, estes militares participam em diversas tarefas que por vezes nada têm a ver com a sua missão fundamental.
Nesta era de paz, é missão da MGA manter as forças navais preparadas para o controlo das águas, portos comerciais e protecção de infra-estruturas petrolíferas em “off shore” e “on shore”.
Compete ainda a protecção das linhas de comunicação marítima de interesse nacional, tendo em vista o exercício da autoridade do estado relativamente ao cumprimento das disposições legais aplicáveis.
Jornalista da Angop
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
1º Ten Fontes Pereira de Melo
 

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SSK

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« Responder #1 em: Agosto 23, 2007, 09:17:52 am »
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Benguela: Oficial das FAA destaca cooperação militar com Portugal


Lobito, 20/08 – O chefe do Estado-Maior adjunto da Marinha de Guerra de Angola (MGA), vice-almirante Fernando José, disse hoje, na cidade do Lobito, província de Benguela, que Portugal constitui um parceiro valioso para o desenvolvimento e modernização do ramo que dirige.

Em declarações à imprensa, no termo da visita dos oficiais e instruendos militares ao navio de guerra português “Alves Cabral” atracado há três dias, no Porto do Lobito, o responsável referiu que, com o crescimento da economia nacional, a MGA poderá adquirir meios modernos e eficazes para protegerem os interesses do Estado angolano.

O Navio Alves Cabral, ao serviço da Nato, é considerado um dos meios modernos para efectuar a guerra submarina e leva a bordo 96 pessoas. Possui um canhão e metralhadoras de elevado poder de fogo, radares e um helicóptero dotados de outros meios bélicos.

A unidade militar portuguesa deixa a cidade do Lobito na próxima terça-feira com destino à República da África do Sul, onde deverá permanecer por alguns dias para depois rumar a Moçambique.

A missão da referida unidade militar insere-se no programa de cooperação e troca de experiência com a congénere angolana.
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zocuni

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Nomenclatura
« Responder #2 em: Agosto 23, 2007, 11:37:22 am »
Tudo bem,

Engraçado,apelidarem o navio de "Alves Cabral"!Alguma razão em especial?

Abraços,
zocuni
 

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Luso

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Re: Nomenclatura
« Responder #3 em: Agosto 23, 2007, 11:42:32 am »
Citação de: "zocuni"
Tudo bem,

Engraçado,apelidarem o navio de "Alves Cabral"!Alguma razão em especial?

Abraços,


A razão é a mesma que leva alguns a evocarem a gloriosa batalha do Alves Barrota, o santo condestável.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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zocuni

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Re: Nomenclatura
« Responder #4 em: Agosto 23, 2007, 12:00:36 pm »
Citação de: "Luso"
Citação de: "zocuni"
Tudo bem,
Engraçado,apelidarem o navio de "Alves Cabral"!Alguma razão em especial?
Abraços,
A razão é a mesma que leva alguns a evocarem a gloriosa batalha do Alves Barrota, o santo condestável.


É Luso,a situação está feia,por vezes o panorama é desolador.

Fonte:Antonio Sousa Homepage

Calinadas da escola
Disciplina de História:
-Antes de o Marquês de Pombal ter mandado colocar vidros nas janelas, as pessoas forravam as janelas com plástico
-Falando da instauração do Estado Novo
   Em 1926 deu-se a implantação da dentadura
-A propósito da batalha de Aljubarrota
   Quem comandava as tropas portuguesas era D. Nuno Alves Barrota.
 

-Os Egípcios antigos desenvolveram a arte funerária para que os mortos pudessem viver melhor  

-Péricles foi o principal ditador da democracia Grega.  

-A arquitectura gótica notabilizou-se por fazer edifícios verticais


Sem mais comentários,

Abraços,
zocuni
 

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Lightning

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« Responder #5 em: Agosto 23, 2007, 12:17:35 pm »
Citação de: "SSK"
Possui um canhão e metralhadoras de elevado poder de fogo, radares e um helicóptero dotados de outros meios bélicos.


Então e os misseis meus senhores, e os torpedos...

... Se calhar é segredo :lol:
 

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luis filipe silva

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« Responder #6 em: Agosto 23, 2007, 02:30:48 pm »
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O Navio Alves Cabral, ao serviço da Nato, é considerado um dos meios modernos para efectuar a guerra submarina e leva a bordo 96 pessoas. Possui um canhão e metralhadoras de elevado poder de fogo, radares e um helicóptero dotados de outros meios bélicos.


E a guarnição?  96???
-----------------------------
saudações:
Luis Filipe Silva
 

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PereiraMarques

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Re: Nomenclatura
« Responder #7 em: Agosto 23, 2007, 03:06:58 pm »
Citação de: "zocuni"
Tudo bem,

Engraçado,apelidarem o navio de "Alves Cabral"!Alguma razão em especial?

Abraços,


Provavelmente foi um erro, mas Álvares e Alves querem dizer a mesma coisa, é um patronómico que significa "filho de Álvaro", assim como Pires e Peres é a mesma coisa, "filho de Pero", etc.
 

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pn84

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« Responder #8 em: Agosto 23, 2007, 05:51:04 pm »
Alguém possui fotos de algum vaso de guerra da Marinha Angola? Se é que eles possuem algum.
Obrigado
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #9 em: Agosto 24, 2007, 10:30:20 am »
Pelo menos um Batalhão de Fuzileiros eu sei que eles têm, agora navios de guerra...desconheço.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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PereiraMarques

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« Responder #10 em: Agosto 31, 2007, 11:18:42 pm »
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Angola recebeu Fragata "Álvares Cabral"  
 
Publicado em:
 2007-08-31

O N.R.P. "Álvares Cabral" visitou, no período compreendido entre 18 e 21 de Agosto, o Porto do Lobito, em Angola.
A visita ocorreu no âmbito de um conjunto de iniciativas que visam o estreitamento das relações entre Portugal e Angola e entre as Marinhas dos dois países, que têm vindo a ser desenvolvidas pela Marinha no quadro do relacionamento bilateral.
A "Alvares Cabral", que se encontra a operar com a Força Naval Permanente da NATO (SNMG1) numa viagem de circum-navegação ao Continente Africano, desintegrou aquele grupo tarefa (TF 410) para, num plano estritamente nacional, levar a cabo a citada visita sob comando nacional - General CEMGFA.
A estadia do navio permitiu desenvolver outro tipo de actividades, quer no plano da partilha de conhecimentos e de experiências com unidades da Marinha Angolana, quer no âmbito dos contactos ao mais alto nível, com responsáveis militares.
Durante a permanência no Lobito, o navio serviu de plataforma de instrução a diversos alunos da Escola de Especialistas Navais, e foi palco de uma reunião com oficiais da Marinha de Angola a quem foram feitas duas apresentações: uma cobrindo aspectos de natureza conceptual relativos à importância do mar e à organização da Marinha; outra, de cariz mais prático, vocacionada para as missões das fragatas e para as características da Classe "Vasco da Gama".
Como representante do Almirante CEMA e do Vice-Almirante Comandante Naval esteve presente no Lobito, durante o período da visita da Fragata Álvares Cabral, o Comandante do Corpo de Fuzileiros, Contra-Almirante Carvalho Abreu.
A deslocação da "Álvares Cabral" ao Lobito, foi também uma oportunidade para, no âmbito das missões de Apoio à Política Externa, divulgar as capacidades tecnológicas da Marinha, a visão de Portugal sobre o uso do mar, e a forma como identifica e materializa os instrumentos necessários, com natural ênfase para as fragatas da classe "Vasco da Gama", para perseguir os seus objectivos.







Fonte: http://www.marinha.pt/Marinha/PT/Menu/N ... lobito.htm
 

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zocuni

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Oi
« Responder #11 em: Setembro 01, 2007, 03:23:21 am »
Tudo bem,

Boas notícias de cooperação.E,já agora repararam a nomenclatura.Agora tudo certo. :D

Abraços,
zocuni
 

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papatango

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« Responder #12 em: Setembro 01, 2007, 10:46:16 am »
OFF TOPIC

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A razão é a mesma que leva alguns a evocarem a gloriosa batalha do Alves Barrota, o santo condestável.


Há pior. Pedindo aos alunos que colocassem por ordem cronologica os acontecimentos que levaram à batalha de Aljubarrota, uma das respostas foi:

1 - A morte de D. Fernando
2 - Batalha dos Alabardeiros
3 - A revolução do povo contra o torno [1] de Dona Leonor
4 - A Batalha dos Hoteleiros
5 - A aparição do Mestre Dinis
6 - A táctica do quadrado e a táctica da espada segura no chão
7 - O episódio da Sé de Lisboa
8 - Finalmente o 5 de Outubro


Parece também haver duvidas quanto à batalha principal da crise 1385-1385:

Há várias versões, a saber:

- Ales Barrota
- Batalha de D. João I
- Alvos Barrota
- Passos Darco
- Batalha dos Esteiros
- Batalha da Crise


Também se destacaram na altura:

Na arte militar:
D. Fernando (que estava morto, mas isso não interessa nada).
D. Avis
D. Álvaros Cabral

Na oratória e no direito destacaram-se:
- O rei de Castela
- O Dr. João das Letras
- O Professor das Regras
- D.Dinis
- D.Nunes

Na política e na governação destacaram-se:
D. João das Dores
D. João, filho legislitivo[1] de D. Pedro I.

Para terminar. A solução para o problema da sucessão foi encontrado porque «Fizeram legistas e a solução foi encontrada por o rei ser o filho mais velho do rei»


[1] não é gralha

In História de Portugal em disparates, Publicações Europa-América, 1990

Cumprimentos
 

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alphaiate

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« Responder #13 em: Outubro 07, 2008, 07:59:02 pm »
ao ler uma noticia no "areamilitar" reparei que angola tem pelo menos seis embarcações adquiridas durante todo esse processo!

o que me leva a uma questão, angola possui uma marinha activa? se sim com que meios disponiveis? em que estado de prontidão e efectividade? e já agora... se não... o que aconteceu aos meios navais adquiridos durante o "angolagate"?
 o meu obrigado antecipado :)
 

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papatango

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« Responder #14 em: Outubro 08, 2008, 03:52:27 pm »
O problema principal, é que essa marinha não existe.

Vender navios a Angola para combater o Savimbi, é a mesma coisa que vender frigorificos aos esquimós para manter fresca a carne de Foca.

Foi o próprio comandante da «Marinha Angolana» que afirmou há algum tempo atrás que a situação da marinha de Angola dava pena.
Se Angola adquiriu - como adquiriu - meios navais, bem como outros meios, e eles não existem, então as questões que se levantam são óbvias e evidentes...

No final dos anos 90, combatia-se o Savimbi e o Savimbi também não jogava limpo. Aparentemente conseguiram vender-lhe tanques T-62 segundo uma fontes, T-55 segundo outras. Também se afirma que os traficantes de armas venderam BMP-1 ao Savimbi.

Como resposta, a situação que se viveu em Angola parece ter levado a uma compra desenfreada de armamentos, por gente que não fazia a mais pequena ideia do que comprava, mas isso também não tinha qualquer importância.

Os traficantes podiam perfeitamente dizer aos algolanos que um outro traficante tinha vendido isto ou aquilo ao Savimbi, e como resultado, Luanda mandava comprar mais.
Perante esta ambiente, em que os dois lados estão em pânico de compras para se garantir, surgem sempre os oportunistas.
Os navios que estão oficialmente ao serviço, entre os quais se contam as lanchas do tipo «Mandume» compradas aos estaleiros Bazán, não se contam entre as seis unidades que alegadamente foram vendidas a Angola no final dos anos 90.

Portanto: Os seis navios de guerra que Eduardo dos Santos ou o MPLA compraram, desapareceram nos mistérios das contas bancárias do clã que "governa" Angola.

É também evidente a razão que leva o governo de Angola a tentar encobrir o caso, pois não é só a questão da corrupção do Clã Eduardo dos Santos que está em causa.

Está também em causa todo o grupo de militares angolanos próxzimos à familia dos Santos, que mesmo no momento mais critico de luta contra Savimbi, gastaram o dinheiro do Estado Angolano para enriquecer as suas contas bancária.

O problema para Angola, é que se corre o risco de descobrir um crime maior:

A serem dadas como verdadeiras as alegações em Paris, isto implica que terá havido militares angolanos ligados ao Clã «Dos Santos» que cometeram o crime de Alta Traição ao Estado Angolano, em tempo de guerra, efectuando compras ficticias e inuteis, que tiveram como resultado, desviar recursos necessários para combater Savimbi, para os bolsos de governantes e militares corruptos.

Em Angola, esse crime, é punido com a Morte.
 

 

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